01 dezembro 2016

Empoderamento da Imagem para a mulher com ST (Luciana Martins Alves)

16:23 0 Comments


Da esquerda para a direita, Vera Freitas, Luciana Martis Alves e Patrícia Marques Barros

Luciana Martins Alves, coach e consultora de imagem, nos perguntou o que faz uma mulher ser empoderada? Características físicas e de personalidade, claro. Quanto às características físicas, é claro que este não é o aspecto mais importante e cabe a cada uma de nós valorizar nossas particularidades físicas e aproveita-las do melhor modo possível. Por exemplo, uma pessoa alta pode ter facilidade para jogar basquete ou vôlei. Já uma pessoa de baixa estatura  pode ter o tipo físico ideal para praticar ginástica olímpica (ou ginástica artística). Já assisti a um vídeo de um rapaz de baixa estatura que aproveitava esta característica para “roubar” a bola do time adversário no basquete, com muita agilidade. E, além de ágil, ele também era rápido. 

Luciana nos contou que o seu marido é diabético e estava correndo risco de vida. Então ela foi convidada para ser palestrante na IX Conferência Internacional sobre Síndrome de Turner.  “O que eu faço agora? Não me sinto empoderada!” – foi o que ela pensou  na ocasião.  Ela fez o possível para ajudar seu marido e a saúde dele se estabilizou. 

A coach de imagem nos contou um pouco sobre a sua vida. Ela tem ST, é brasileira, carioca, casada com um peruano e atualmente mora no Canadá, em Quebec.  Luciana Martins estudou Pedagogia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.  Ela é pós –graduada em Educação Especial  pela “Universidad Autonoma de Madrid”.  Atualmente Luciana é CEO da empresa IIPSUM em Montreal, Canada e trabalha como coach e consultora de imagem.  Além do português, Luciana fala espanhol, inglês e francês. Uma cidadâ do mundo! Ela também cursou mestrado e ainda não concluiu o doutorado, pois não tinha objetos de pesquisa (pessoas entrevistadas) o suficiente. Ela também nos contou que foi para o Canadá porque já tinha visto de residência permanente no país. Mas quando ela chegou ao Canadá não tinha o dinheiro de estadia. Mas ela tinha formação em educação e aconselhamento e resolveu fazer uso de seus conhecimentos, abrindo sua própria empresa.

Sobre a imagem que faz de si mesma, Luciana nos contou que se olhava no espelho e pensava: “Pouco a pouco tenho que conviver com esta imagem”.  O que mais importa  para ela hoje em dia é que nós, juntas, criemos o conceito do que é uma mulher empoderada.  Segundo ela, ser uma mulher empoderada implica em buscar atingir seus objetivos pessoais. Quando alguém tem uma imagem nítida, forte do que almeja conseguir, persegue este objetivo.

Luciana nos contou que tinha consciência de que era naquele lugar que deveria estar, na IX Conferência Internacional sobre Síndrome de Turner. Segundo ela, a ST lhe ofereceu muitas coisas, o empoderamento, um sentido  para a vida: compartilhar com suas iguais. 

Quando pensamos em empoderamento, o que isto envolve? Isto envolve a maternidade? Para muitas mulheres, sim. Nós, mulheres com Turner, podemos ser mães.  A maioria de nós não pode ter filhos biológicos. Mas é claro que podemos pensar na hipótese da adoção e também podemos ser educadoras.  Ser educadora também é uma maneira de exercer a maternidade.

Um exemplo de mulher empoderada? Hillary Clinton, certamente. Mas é claro que o empoderamento não se refere apenas ao poder político ou financeiro.  É muito mais do que isso. É ter segurança de si mesma e um propósito para a vida. Ser empoderada também significa assumir quem eu sou e procurar fazer o meu melhor, com minhas qualidades e limitações.

Há muitas maneiras de definir sucesso, o que envolve os papéis sociais de cada uma de nós, a imagem que a mulher faz de si mesma.  E, claro, a independência  é importante para o empoderamento da mulher. Ir a algum lugar sozinha, fazer algo sozinha... Recentemente eu li trechos do livro “Mas você vai sozinha?”, de Gaia Passareli.  São muito interessantes os relatos das viagens que a autora fez – sozinha!

Luciana citou uma frase de Paulo Freire: “Quando alguém começa a ler deve ler o mundo que está ao seu redor”. É claro que o conhecimento nos dá poder e a consciência da sociedade em que vivemos e do mundo que nos rodeia idem.

É claro que a auto imagem é um aspecto do empoderamento. "Não tenho a aparência de uma modelo e não me interessa ter a aparência de uma "top model". " - disse Luciana. O importante é sentir-se atraente, usar roupas adequadas, cuidar de si mesma... A propósito, nós, mulheres com ST, muitas vezes temos dificuldade para encontrar roupas adequadas para nós. Em outros países existem setores de roupas "Petite" nas grandes lojas de departamentos. Mas no Brasil muitas vezes é difícil encontrar roupas que nos sirvam. Hoje existem campanhas publicitárias com modelos "plus size". Recentemente assisti pela TV a uma matéria sobre um concurso para eleger a "Miss Plus Size". Mas nós, mulheres "mignon", somos esquecidas pelas revistas femininas, pelas confecções de roupas e campanhas publicitárias. Está na hora de uma mudança! Já passou da hora!

A coach e consultora de imagem nos contou que hoje em dia se olha no espelho e diz para si mesma: “Sou a mulher mais bonita, mais empoderada do mundo!” Então ela nos perguntou: “Você se considera empoderada?” Todas nós respondemos em coro: “Sim!”  “Assim é!” – finalizou ela.

29 novembro 2016

La apertura de lo IX Congreso Internacional sobre el Síndrome de Turner (Andrea Torres)

21:22 0 Comments






Según Andrea Torres, presidenta de la Asociación Síndrome de Turner de México, nosotras, las mujeres con Síndrome de Turner, somos sobrevivientes. Sí, porque 99% de los fetos diagnosticados con Turner son abortados espontáneamente. Entonces nosotras, las mujeres y las niñas con Turner, somos 1% de los fetos los cuales se han convertido en los bebés nacidos vivos. Estamos aquí porque así quería la Vida, estamos aquí por una razón. Llegamos a este planeta para hacer algo, decir algo. Estamos aquí para amar y ser amadas.

Debemos estar agradecidas. Somos amadas, la Vida nos quiere aquí, como somos. Y cada una de nosotras es única. ¿Quién dijo que ser diferente es algo negativo? Gracias a Dios soy una de las diferentes y tu eres una de las diferentes también – así lo dijo Andrea. Creo que nosotros, los "diferentes", tenemos la misión de exponer cómo nuestra sociedad está enferma. ¿Alguien tiene alguna duda al respecto? Nuestra sociedad exalta las apariencias, lo "tener" a expensas de "ser". Sólo tiene que abrir el Facebook para ver las fotografías de las personas que han exagerado a someterse a cirugías plásticas, la superficialidad, la frivolidad, noticias de aontecimientos absurdamente violentos...

Nosotros, los "diferentes", nos sentimos como el "patito feo" de la historia infantil. Pero en realidad lo patito era un cisne, ¿verdad? Cada una de nosotras debe descubrir su propia belleza, su nobleza, su brillo interior. Hay modelos que han sufrido "bullying" cuando eran muy jóvenes, porque eran muy altas y delgadas. Años después se dieron cuenta que son bellos cisnes. Nosotras también tenemos esta belleza, cada una a su manera.

Andrea Torres también dijo que nuestros cuerpos no durarán para siempre. A menudo hermosas mujeres sufren en gran medida porque el proceso de envejecimiento nos es fácil para ellas. Sí, Saint Exupery tenía razón. "Lo esencial es invisible a los ojos." 

En el cuento infantil el "patito feo" descubrió su turma después de mucho sufrimiento. Andrea Torres señaló que nosostras, las mujeres y las niñas con Turner, no estamos solas. Hay muchas otras (somos una de cada 2.500 niñas nacidas vivas! No somos pocas!) y muchas asociaciones que podemos buscar.

Andrea Torres nos aconsejó a disfrutar de la vida como es, a conocernos ... También nos desafió a dar lo mejor de nosotras mismas, siendo como somos. Y cuántas personas que no tienen Turner y no han alcanzado su mejor? - agregó Andrea.

Abertura do IX Congresso Internacional sobre Síndrome de Turner (Andrea Torres)

19:14 2 Comments





Segundo Andrea Torres, nós, mulheres com ST, somos sobreviventes. Sim, pois 99% dos fetos com diagnóstico de Turner sofrem aborto espontâneo. Então nós, mulheres e meninas com Turner, somos 1% daqueles fetos, os que se desenvolveram e se tornaram bebês que nasceram com vida. Estamos aqui porque a Vida quis assim, estamos aqui por uma razão. Viemos a este planeta para fazer algo, dizer algo. Estamos aqui para amar e ser amadas.

Devemos ser gratas. Somos amadas, a Vida nos quer aqui, exatamente como somos. E cada uma de nós é única. Quem disse que ser diferente é algo negativo? Graças a Deus sou uma das diferentes e tu és uma das diferentes também. Foi o que disse Andrea. Creio que nós, os “diferentes”, temos como missão expor o quanto a nossa sociedade está doente. Alguém tem alguma dúvida em relação a isto? A nossa sociedade exalta as aparências, o “ter” em detrimento do “ser”. Basta abrir o Facebook para ver fotografias de pessoas que exageraram ao se submeter a cirurgias plásticas, superficialidades, frivolidades, notícias de eventos absurdamente violentos…
 
Nós, os “diferentes”, nos sentimos como o “patinho feio” da história infantil. Mas na verdade ele era um cisne, não é verdade? Cabe a cada uma de nós descobrir a sua própria beleza, a sua nobreza, o seu brilho interior. Modelos contam que sofreram “bullying” quando eram bem jovens, pois eram muito altas e magras. Anos depois descobriram-se belas, cisnes. E nós também temos esta beleza, cada uma à sua maneira.

Andrea Torres afirmou também que este corpo que possuo não vai ser para sempre. Muitas vezes mulheres belas sofrem muito com o processo do envelhecimento. Sim, Saint Exupery estava certo ao afirmar que “o essencial é invisível para os olhos”.

Na história infantil o “patinho feio” descobriu a sua turma depois de muito sofrimento. Andrea Torres observou que nós, mulheres e meninas com ST, não estamos sós. Há muitas outras (Nós somos uma em cada 2500 meninas nascidas com vida! Não somos poucas!) e muitas associações que podemos procurar.

Andrea Torres nos aconselhou a desfrutar a vida tal como é, a conhecer a nós mesmas... Ela também nos desafiou a dar o melhor de nós mesmas, apenas sendo como somos. E quantas pessoas que não têm ST e não chegaram ao seu melhor? - complementou ela.


06 julho 2016

Conversa entre duas baixinhas

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Meu marido me indicou matérias sobre a garota de programa curitibana Dafne anãzinha e Karina Lemos, modelo e atriz, considerada a “anã mais sexy do mundo”. Eu também assisti a um vídeo sobre a stripper Kat Hoffman, que é anã. Então fiquei com vontade de entrevistar Dafne. Achei que a nossa conversa seria proveitosa não só para nós duas, mas também para outras pessoas. Não tenho a intenção de fazer uma apologia da profissão de Dafne, mas respeito quem fez esta escolha. A minha intenção, é claro, é propor um debate sobre várias questões. Segue um resumo da nossa conversa, uma informal conversa entre duas baixinhas.

Patrícia – Dafne, você gostaria de falar um pouco sobre a sua história de vida? Nós duas sabemos que pessoas baixinhas sofrem preconceito. Como foi para você o processo de lidar com o preconceito?

Dafne – O preconceito para mim é coisa do passado. Este tipo de coisa me afetava, hoje não me afeta mais.

Patrícia – Como foi este processo para que você aprendesse a lidar com o preconceito?

Dafne – A gente passa por muitas situações difíceis. Depois que elas passam a gente começa a aprender. Quando nós somos jovens ligamos mais para o que os outros pensam, mas à medida que ficamos mais velhos isso passa a não nos afetar mais. Mas na adolescência isso foi bem forte.

Patrícia – Você é bem jovem. Que bom que você já está com esta cabeça! Sabe que só depois dos meus trinta anos eu comecei a melhorar?

Dafne – Eu também. Só depois dos meus vinte anos eu comecei a melhorar.

Patrícia – É, Dafne, com o tempo a gente vai aprendendo a não ligar para as opiniões dos outros. Eu cheguei a um ponto em que fico um pouco rebelde em relação às opiniões dos outros, em relação aos padrões de beleza… Fico zangada com certas pessoas preconceituosas. Eu estou trabalhando para chegar a um outro estágio, que seria realmente não ligar para o que os outros pensam, não ser afetada. Um terceiro estágio seria perceber que os preconceituosos têm as suas fragilidades e a partir daí sentir compaixão, amor por estas pessoas. E todo mundo sofre preconceito de alguma maneira, não é? Existe o estereótipo de que pessoas muito bonitas são burras, o que é claro que não corresponde à realidade. Pessoas que têm uma aparência “comum” podem acabar escutando justamente isso: “Você é comum!” E assim por diante…

Dafne – É… O preconceito incomoda todas as pessoas. As pessoas se sentem incomodadas, mas existem dois tipos de preconceito. Existe o preconceito de quem é ignorante, que não sabe o que está falando e o preconceito de quem sabe o que está falando e fala para humilhar. A pessoa tem um atributo, faz algo de diferente, especial e isto gera inveja, inveja da pessoa se destacar na vida por algum motivo.

Patrícia – É, inveja… Na nossa sociedade as pessoas são estimuladas a se destacar. Então quando alguém se destaca por algum motivo existem pessoas que colocam rótulos no outro.

Dafne – No meu caso, por exemplo… Eu coloco vídeos no YouTube. Aí uma pessoa assiste e pensa: esta anãzinha faz uma porção de coisas que eu que sou alta não faço, ela faz faculdade e não estou fazendo nada da vida… Então vou escrever coisas para deixá-la para baixo porque ela não pode ser melhor do que eu. Eu acho que é exatamente isso.

Patrícia – É uma mediocridade, infelizmente… Todo mundo tem o potencial de conquistar o seu lugar no mundo, mas enquanto a pessoa está perdendo o seu tempo com a inveja não vai chegar a lugar nenhum…

Dafne – Toda a minha vida eu me destaquei. Em todos os trabalhos que tive eu batia as metas primeiro, nunca chegava atrasada. Eu acho que as empresas contratam os deficientes físicos por causa da lei de inclusão, mas não porque querem contratar. Então eu ouvi comentários maldosos. Percebo que as empresas não estão preparadas para receber deficientes físicos e isto gera problemas psicológicos que eles vão carregar para a vida toda.

Patrícia – Eu fui a um encontro de um grupo de apoio para mulheres com Turner, em São Paulo. Lá falaram sobre o mercado de trabalho para deficientes e do trabalho que é feito junto aos empresários para que recebam deficientes em suas empresas, mas não sei se este trabalho é feito a contento.

Dafne – Pois é, o preconceito existe. Nos trabalhos pelos quais eu passei sempre me destaquei, mas nunca fui promovida. Então percebo que há preconceito. Provavelmente meus chefes pensavam: “Como vou promover uma anã? Será que vão obedecê-la por ela ser baixinha?”

Patrícia – Eu li um artigo sobre o preconceito contra baixinhos e através de pesquisas verificou-se que a maioria dos grandes executivos são altos. Mas o que importa é a postura da pessoa. Percebo que você tem autoconfiança, pois conseguiu entrar no mercado de trabalho. Para mim foi bastante difícil. Só consegui um emprego através de concurso público. E você quebrou este estereótipo de que uma garota de programa tem que ser alta, ter corpão…

Dafne – É verdade. Os meus clientes não procuram isso. Eles querem alguém com quem possam conversar. Eles querem desabafar, querem ser bem atendidos. Muitas garotas de programa que são bonitas, altas não atendem bem. Então existem clientes que me procuram porque pensam que por eu ser anã provavelmente sou diferente.

Patrícia – Acho muito legal você passar a mensagem de que uma mulher baixinha pode ser sexy. O que você acha que leva uma pessoa a ser sexy?

DafneA naturalidade, ser você mesmo.

Patrícia – Sim, claro! Eu assisti a um vídeo sobre a stripper Kat Hoffman. Ela é anã e o seu noivo apoia a sua decisão de ser uma “dançarina exótica”. Ela disse que para ser sexy é preciso ter personalidade, é preciso ter coração.

Bem, eu sei que você tem uma cabeça aberta em relação a sexo. Fale um pouco sobre a sua visão do sexo e dos homens. A gente sabe que existem homens de vários tipos. Você já conheceu homens que não valiam a pena?

Dafne – Sim, isso já aconteceu comigo. Já conheci cerca de vinte homens que faziam jogos psicológicos, que no começo são anjos e depois que percebem que a mulher está apaixonada a humilham. Homens que agem assim são psicopatas. Eles não conseguem se sentir bem se não humilham uma mulher. Acho que as mulheres devem se afastar deste tipo de homem o mais rápido possível. Hoje eu consigo identificar quem é psicopata e me afasto assim que posso. Existem aqueles que, além de sugar energia, sexo da mulher, querem sugar a parceira inclusive financeiramente. A Vanessa de Oliveira, que é garota de programa, escreveu um livro sobre psicopatas do coração. Ela escreveu sobre o relacionamento com o pai da filha dela, um relacionamento que durou anos. Na verdade estes homens são frágeis. Quando as mulheres que tiveram relacionamentos com este tipo de homem dão a volta por cima eles sempre precisam procurar outras mulheres para agir da mesma maneira. E existem mulheres psicopatas também. Estas pessoas procuram tirar proveito da carência do outro. Mas sabe que existem homens que tratam melhor uma garota de programa do que uma mulher que oferece sexo de graça? Certos homens pagam um pouco a mais, telefonam para perguntar como você está…

Patrícia – Eu li que você gosta bastante da sua profissão e que pretende conciliar esta atividade com a advocacia, se isto for possível. Eu sou advogada e, sem querer te desencorajar, as pessoas da área de Direito são preconceituosas, moralistas. Você convive com os estudantes de Direito e sabe disso, não é? É claro que não sou dona da verdade e posso estar errada. Você pode conseguir conciliar as duas atividades.

Dafne – É, eu sei que as pessoas da área do Direito são moralistas… Mas mesmo assim espero conciliar as duas atividades.

Patrícia – Faz algum tempo eu li uma matéria que levantou a seguinte polêmica: por um lado a profissão de garota de programa envolve riscos, inclusive existe o tráfico de pessoas. Mas existem pessoas que dizem que escolheram a profissão de forma consciente e sentem-se satisfeitas.

Dafne – É o meu caso. Eu escolhi porque quis, porque precisava de dinheiro e gosto de sexo. Ninguém me influenciou.

Muitas  coisas aconteceram na vida de Dafne depois desta entrevista. Ela criou um novo canal no YouTube, lançou o livro "A Pequena Notável Dafne Anãzinha" e se casou.

Lia conheceu o marido em um programa, mas foi amor à primeira vista

 Dafne e seu marido

Para saber mais:

https://delas.ig.com.br/amoresexo/2020-09-20/dafne-anazinha-conheca-a-historia-da-ex-garota-de-programa.html