24 agosto 2015

Flávia Saraiva

22:39 0 Comments


Flávia Lopes Saraiva é carioca e nasceu em 1999. Flávia participou dos Jogos Pan-Americanos de 2015, tendo se classificado em primeiro lugar na trave. Ela também conquistou uma medalha de bronze por equipes e o bronze geral individual na mesma competição. Desde então a ginasta conquistou várias medalhas em etapas de Copas do Mundo, a maioria delas de ouro.

Para quem quiser saber um pouco mais sobre a ginasta, seguem dois links:

http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/flavia-saraiva-de-15-anos-e-133m-ganha-medalha-e-vira-sensacao-em-toronto/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fl%C3%A1via_Saraiva

Melissa Marlowe

22:01 0 Comments


Melissa Marlowe ou Missy é portadora da síndrome de Turner. Ela é uma ex-ginasta americana que competiu na modalidade ginástica artística. Marlowe tornou-se membro da equipe dos Estados Unidos que competiu nos Jogos Pan-Americanos, realizados em Indianapolis. Ela também se tornou um dos membros selecionados para a equipe bicampeã. Melissa foi capaz de ganhar o seu próprio conjunto de prêmios, incluindo derrotar Sabrina Mar. Ela sempre foi incluída como membro da equipe nacional ao competir nos Jogos Olímpicos. Depois de competir nos Jogos Olímpicos, realizados em Seul, na Coreia do Sul, Marlowe terminou por receber o quarto lugar. A sua realização mais notável foi ter recebido o título de Campeã do Mundo como ginasta.

Como portadora da síndrome de Turner, ela garantiu que, mesmo sofrendo com a condição, não iría deixar que isso a afetasse, especialmente no que se refere a alcançar seus sonhos. Foi o que ela fez, e agora ela é considerada uma das ginastas mais bem sucedidas em todo o mundo. Depois de se aposentar como ginasta profissional ela tornou-se porta-voz da Turner Syndrome Society. Foi assim que Marlowe lidou com sua condição. Ela fez o seu melhor para que a sua condição não afetasse seus sonhos e até mesmo encarou a situação de maneira positiva, ajudando outras mulheres que também são portadoras da síndrome, através de sua atuação junto à Turner Syndrome Society.

22 fevereiro 2015

Quero ser uma baixinha invocada!

17:01 0 Comments


Como qualquer outra pessoa, eu sempre quis ser amada. Isso me levou a evitar conflitos e acabei engolindo muitos “sapos”. É claro que isso não é saudável! Ser uma pessoa boa, amorosa é muito diferente de ser “boazinha”. Inclusive em certas situações é necessário falar para alguém que esta pessoa está agindo de maneira errada, não saudável. Isso faz parte de ser uma pessoa amorosa. Um bom amigo é aquele que também nos dá “broncas”, não é verdade?

Lidar com a raiva não é algo simples. Segundo Aristóteles, o ideal é expressar esta emoções em relação à pessoa certa, no momento certo e da maneira certa. Isso não é fácil, mas vale a pena tentar. Não é preciso ter uma atitude agressiva. O correto é expressar o que sentimos em vez de acusar a pessoa que nos aborreceu ou ofendeu. Pode ser o suficiente dizer: “Não gostei do que você disse / fez.”

Há vários anos uma terapeuta disse que queria me dar instrumentos para me tornar uma “baixinha invocada”. Na época isso não foi possível. Eu não tinha maturidade para chegar a este ponto. Mas hoje em dia, dependendo da situação, minhas atitudes podem ser muito diferentes daquelas do passado.

Certa vez o pessoal da faculdade tirou um “sarrinho” da minha cara. Na época eu já tinha trinta anos e eles eram mais jovens do que eu, imaturos. Perguntaram qual era a minha altura. Eu respondi: “1,43 m”. Deram risada e alguém falou: “Coitada”. Na ocasião eu fiquei quieta, pois estava passando por uma fase difícil da minha vida. Hoje em dia eu responderia mais ou menos o seguinte: “Coitada por que? Ser baixinha não atrapalhou em nada a minha vida. E o que importa na vida é aprender, evoluir como pessoa, fazer o bem!” Com estas palavras certamente eu teria calado aquelas pessoas.

Quando eu era criança me olhei no espelho e vi uma linda menina, com olhos verdes, pele e cabelos saudáveis, perfeitos, dentes que brilhavam como pérolas, nariz e orelhas pequenos, delicados... Os meus dentes da frente eram um pouco separados e grandes, mas nem por isso eu deixava de ser uma menina bonita. (Risadas) Bem, uma nuvem encobriu o meu olhar, passou pela minha mente que eu não podia me considerar bonita, pois era menor do que as outras crianças. Mas é claro que eu tenho o direito de me considerar bonita! Os padrões de beleza estão aí para que sejam questionados! É claro que todos nós somos bonitos, cada um a sua maneira!
É muito importante questionar a sociedade, que é doentia! Também não podemos deixar de lembrar que as opiniões da massa não devem ser levadas em consideração. É um chavão dizer que a massa é ignorante. Sim, é um chavão, mas também é verdadeiro. Podemos lembrar de vários eventos históricos que comprovam que a massa realmente é influenciável, muitas pessoas deixam-se levar pelas mensagens que recebem, o que levou a vários eventos trágicos, lamentáveis…

A raiva pode ser um sentimento saudável, caso seja a reação a uma injustiça. É claro que é essencial canalizar esta emoção da melhor maneira possível. Falar, escrever sobre estes sentimentos é uma opção. Utilizar a raiva como combustível para ações positivas é o caminho correto!